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19:01 |
18.06.2013 |
8141 | reblogged from nemophila
byPaper

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19:00 |
18.06.2013 |
85 | reblogged from terrorofmasque

Before it’s too late by “Hellobaby”

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19:00 |
18.06.2013 |
64024 | reblogged from sara-huynh
French artist Xoil has a characteristic tattooing style that looks like he has stamped, stenciled, or drawn directly with a felt-tip pen on his clients’ bodies.
So, this is pretty magnificent artistry….

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19:00 |
18.06.2013 |
19297 | reblogged from dilemaparticular
2013: O ano em que o Brasil cansou de gritar por gols, e decidiu gritar pela história.
Sorry for the inconvenience, we’re changing the country.
(Source: aqui-jaz-meu-coracao)

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18:58 |
18.06.2013 |
49855 | reblogged from fashimina

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18:57 |
18.06.2013 |
201 | reblogged from scarlet-yuu

(Source: ruki-complex-crime)

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00:51 |
18.06.2013 |
1404 | reblogged from gothgirlsgotogivenchy

Galliano fw 2009

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18.06.2013 |
198 | reblogged from gothgirlsgotogivenchy

Soo Joo for VOGUE KOREA.

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22:39 |
17.06.2013 |
7 | # protesto, # brasil, # riodejaneiro, # rio, # rj, # brazil,
Primeiro, muito obrigada por aqueles que se preocuparam comigo e me apoiaram quando eu resolvi ir ao protesto! Cheguei bem e sem nenhum arranhão, apenas cansada de muitas horas em pé! Mas então, vamos ao protesto…
Chegamos no IFCS umas 15:45h, onde um grupo se concentrava para sair. Na parte de fora, a polícia municipal estava apenas monitorando, tal como a militar a movimentação de quem entrava e saía, sem revistar ou averiguar ninguém. Pensamos que tinha pouca gente do lado de fora, mas assim que entramos, tinha várias pessoas pintando faixas e cartazes para sair na rua. Pegamos máscaras, nos equipamos e nos preparamos para sair. Quando o grupo finalmente passou a caminhar pelas ruas, a multidão era tamanha que não parecia ter fim.
Caminhamos até chegar a Av. Presidente Vargas, onde ela foi tomada desde a Uruguaiana até a entrada para a Av. Rio Branco. Quem estava nos prédios acima de nós jogavam papéis picados ou piscavam a luz quando pedíamos. Haviam muitos helicópteros sobrevoando o local.
Parecia lendo demais a caminhada, mas quando finalmente entramos na Av. Rio Branco, o número de pessoas pareceu triplicar. Todos cantavam, gritavam e erguiam seus cartazes. Foi um momento lindo. Deu orgulho de ser brasileira e uma vontade inexplicável de gritar, de cantar o hino e se emocionar.
As notícias chegavam a todo momento. Amigos e parentes acompanhavam pela tv ou internet o que acontecia e nos passava. Muita informação ficava perdida ou era passada de boca à boca. E também tinha muitas coisas, muitos cartazes, muita gente, muito barulho. Às vezes nos perdíamos no meio de tanta informação.
Mas como nem tudo são flores, quando as primeiras bandeiras de partidos começaram a se erguer, elas foram vaiadas. Não era um protesto que deveria ser guiado por um partido. E para completar o carnaval, um outro partido apareceu com seu trio elétrico para comandar a festa da democracia.
Até o momento em que ficamos, parecia tudo muito calmo. Felizmente, fomos montados à toa, não precisamos usar em nenhum momento máscara ou óculos especial. Por volta das 20h, paramos um pouco e então, pouco tempo depois, decidimos ir embora. Seguíamos para a Cinelândia, quando -ao passarmos pelo Teatro Municipal- uma confusão começou acontecer e tudo que vimos foi pessoas correndo em nossa direção. Foi realmente tudo muito rápido, mas grudei em minhas amigas e seguimos em frente. Corremos um tanto até chegarmos em um lugar mais “calmo”.
E foi nessa hora que as notícias mais pesadas começavam a chegar. Não muito longe dalí, na Praça XV tinham invadido a Alerj, colocado fogo em algum lugar e depois em um carro. A Praça Tiradentes parecia um inferno de tanta confusão, segundo nos era informado. Estava começando o verdadeiro caos.
O mesmo trio elétrico então, tomado pelas iniciativas dos protestos em Brasília, começaram a dar corda, incitar a galera à se unir aos manifestantes da Praça XV e continuar a depredar a Alerj. Enquanto os que estavam na Av. Rio Branco gritavam “sem violência” parecia que outro grupo ignorava isso e era apoiado por tal partido.
Quando as coisas apertaram, decidimos ir embora. Pegamos o metrô na Cinelândia mesmo e seguimos para nossas casas ouvindo as novas informações que vinham pelo rádio. A tropa de choque estava na Praça XV atirando munições de verdade para cima, enquanto tudo parecia uma zona de guerra.
Claro que nenhum dos dois lados precisavam chegar em tais extremos. Mas ver tantas pessoas na rua, gritando por seus direitos, foi realmente emocionante e é um orgulho. Aconselho quem puder ir, realmente ir! Tome os devidos cuidados, mas vá. É gritar por anos de silêncio na esperança de um lugar melhor pra viver.


